Goblin: The Lonely and Great God

“Não vou dizer que foi ruim
Também não foi tão bom assim
Não imagine que te quero mal
Apenas não te quero mais
Não te quero mais
Não mais!”

Annyeonghaseyo!

Goblin mal terminou e já virou o dorama preferido de muita gente. Pra mim ele foi muito bom em alguns aspectos, principalmente nos técnicos, e bem ruim em outros. Nem de longe entrou pra minha lista de preferidos! E devo admitir que muitas vezes pensei em droppa-lo, mas insisti por causa do Reaper e da Sunny (um beijo, seus lindos <3).

O drama é de autoria de Kim Eun Sook, mesma roteirista de Secret GardenThe Heirs e Descendants oh the Sun. Parece que tudo que essa mulher faz vira sucesso imediatamente! Ainda assim, eu e ela não temos uma boa relação não, DOTS eu droppei e The Heirs só terminei por inércia mesmo. Mas é aquele ditado, né? Gosto é igual a problemas, cada um tem os seus.

Vou tentar explicar aqui por que não achei o drama essa maravilha toda, mas também pretendo mostrar os seus pontos positivos. E pra facilitar minha vida a leitura, eu dividi a resenha em três partes: 1) sinopse e personagens, 2) o que gostei no drama e 3) o que não gostei.

Agora vamos à resenha!

OBS: O texto contém alguns spoilers, mas estão sinalizados.

img-goblin-poster

Título: Goblin: The Lonely and Great God
Título original:쓸쓸하고 찬란하神-도깨비
Rede de TV: tvN
Gênero: romance / fantasia / melodrama
Capítulos: 16
Cast principal:
Gong Yoo como Kim Shin (Goblin)
Kim Go Eun como Ji Eun Tak
Lee Dong Wook como Anjo da Morte (Grim Reaper)
Yoo In Na como Kim Sun (Sunny)
Yook Sungjae como Yoo Duk Hwa

Sinopse

Durante a era Goryeo, Kim Shin foi um general invencível, que ganhou todas as batalhas que participou. Diante disso, o Rei, envenenado por seu conselheiro, fica com medo de que alguém possa ser mais admirado pelo povo que si próprio e então decide matá-lo. O que ele não esperava é que Kim Shin retornaria dos mortos, agora como um Goblin, um ser imortal e com poderes mágicos.

Entretanto, o que parece ser uma benção, acaba se mostrando uma maldição. O Goblin deverá vagar pela Terra com uma espada cravada no peito até que encontre sua noiva, a única pessoa capaz de retirar a espada e devolver-lhe finalmente a mortalidade.

900 anos se passam e chegamos aos tempos atuais. Ji Eun Tak é uma estudante que o Goblin salvou quando ela ainda estava na barriga de sua mãe. Devido a isso, ela é capaz de conversar com fantasmas, que lhe dizem que ela está destinada a ser a noiva do Goblin.

Além disso, por obra do acaso (será?), o Goblin passa a morar na mesma casa que o Anjo da Morte. Nessa convivência, os dois acabam se aproximando de duas humanas: Ji Eun Tak e sua chefe, Kim Sun (Sunny).

Personagens

Kim Shin

Interpretado por Gong Yoo, Kim Shin é um Goblin com um estilo de tiozão-sexy. Ele se culpa e se martiriza pelos pecados que cometeu em sua vida mortal e parece extremamente entediado diante da vida e do mundo (imagine viver 939 anos e ver todos que gosta você morrerem?), por isso está determinado a encontrar sua noiva e morrer.

gif-general-1

Mas nosso Goblin não apenas um ser angustiado não! Ele também é bondoso e costuma fazer pequenos favores aos humanos, sendo chamado algumas vezes de “um Deus de coração mole”. Ao conviver com o Anjo da Morte e a Eun Tak ficamos conhecendo ainda o seu lado brincalhão e divertido.

Eun Tak

É uma estudante de Ensino Médio e noiva do Goblin. Eun Tak estava destinada a morrer, pois sua mãe sofreu um acidente quando ainda estava grávida dela. Entretanto, o Goblin salva as duas antes que o Anjo da Morte apareça e, por isso, Eun Tak é capaz de falar com fantasmas. Anos depois, sua mãe morre e ela vai morar com a tia, a qual não lhe trata nada bem. Apesar da vida difícil, Eun Tak continua sempre otimistaanimada.

img-eun-tak-1

Talvez essa seja a personagem que eu menos gostei e que achei a mais (pasmem!) aleatória na trama. Apesar de destinada a ter importância (noiva, responsável por tirar a espada,  acabar com a imortalidade, blá blá blá, sascoisas), pra mim, ela acabou se tornando apenas o interesse amoroso do Goblin.

Além disso, apesar de ser uma estudante de 19 anos, seu jeito de falar e de agir me lembravam mais uma criança do que uma jovem. Não estou aqui culpando a atriz, que por sinal acho que trabalha muito bem, mas sim a própria direção/roteiro que na tentativa, talvez, de reforçar a diferença de idade entre o Goblin e sua noiva, transformou uma jovem de 19 anos em uma criança.

Anjo da Morte

Lee Dong Wook interpreta o Anjo Lindo da Morte. Assim como o Goblin, nosso Reaper é um ser imortal e é o responsável por encaminhar as almas deste mundo para o outro. Mas ao contrário do Goblin, ele não tem memória nenhuma da sua vida humana e isso o atormenta constantemente.

gif-reaper-10

A medida que ele vai se envolvendo com os humanos, principalmente com a Sunny e a Eun Tak, vai descobrindo novos sentimentos e se preocupando ainda mais com seu passado, pois acredita que deve ter cometido um grande pecado para ter se tornado um anjo da morte.

gif-reaper-15

Eu ADOREI ver o Anjo da Morte descobrindo o mundo e as emoções humanas. Tudo vai sendo feito gradualmente, primeiro ele se desespera por não ter um nome e um cartão de apresentação, depois aprende a mexer no celular, então descobre o que é se apaixonar, sentir ciúmes, raiva, etc.

Sunny

Sunny é a dona do restaurante em que Eun Tak trabalha. Ela é direta, estilosa, confiante e não tem medo ou vergonha de assumir o que quer e sente. Assim que conhece o Anjo do Morte, se interessa logo por ele (quem nunca?) e a partir daí a história dos dois se conecta e vai se desenvolvendo juntas.

Duk Hwa

img-duk-1

É sobrinho de criação do Goblin e um chaebol de 3a geração. Inicialmente Duk Hwa parece ser apenas um coadjuvante na história do quarteto principal. Mas a verdade é que ele vai auxiliar os demais personagens, dando conselhos e informações, e influenciando ativamente no andamento da trama.

Mulher de vermelho

gif-mulher-de-vermelho

Assim como o Duk Hwa, a Mulher de Vermelho é um personagem que vai contribuir para o andamento da trama do quarteto principal, principalmente a da Eun Tak.

Eu gostaria que os dois tivessem tido um destaque maior e tivessem sido melhor desenvolvidos e apresentados. Mas… ainda assim foi ótimo vê-los, mesmo que poucas vezes.

SIM! SIM! SIM!

1- Fotografia

Nossa! A fotografia de Goblin é um personagem a mais no drama. Ela cria um clima de melancolia e poesia, dando a impressão de que, apesar de parecido com a nossa realidade, aquele é um mundo mágico no qual a fantasia existe mesmo.

gif-cenario-14

Nada ali é por acaso!!!!

Um exemplo disso é o foco dado a cor vermelha. Em diversas cenas, o vermelho está lá chamando a atenção, quase gritando pra gente reparar nele, desde o sangue manchando a neve quando a mãe da Eun Tak se acidenta, ao cachecol vermelho que ela usava constantemente, à folha de bordo que ela guardava, aos objetos que ficavam no hotel que morou por pouco tempo e à mulher de vermelho.

img-vermelho-1

Acredito que podemos encontrar dois simbolismos para o vermelho. Primeiro ele pode representar o amor e o sangue, ou seja, a morte, os dois sentimentos centrais da trama. Segundo, ele pode ser associado ao poema que o Goblin lê quando está passeando com Eun Tak e que está transcrito abaixo.

img-vermelho-2

질량의 크기는 부피와 비례하지 않는다
Mass is not proportional to volume
제비꽃같이 조그마한 그 계집애가
A girl as small as a violet
꽃잎같이 하늘거리는 그 계집애가
A girl who moves like a flower petal
지구보다 더 큰 질량으로 나를 끌어당긴다.
is pulling me towards her with more force than her mass.
순간, 나는
Just then, I am
뉴턴의 사과처럼
like Newton’s apple
사정없이 그녀에게로 굴러 떨어졌다
I rolled towards her without stopping until I fell on her
쿵 소리를 내며, 쿵쿵 소리를 내며
with a thump, with a thump thump
심장이
My heart
하늘에서 땅까지 아찔한 진자운동을 계속하였다
keeps bouncing between the the sky and the ground
첫사랑이었다.
It was my first love.

(Kim In Yook·Poet, 1963)

Notem que o poema fala da teoria gravitacional de Newton (aquela que ele descobriu quando uma maça caiu de uma árvore em cima da cabeça dele, lembram?) e compara a maçã (vermelha), puxada pela gravidade, ao amor do eu-lírico, que é levado em direção a sua amada.

OBS: Traduzir poesia é sempre um trabalho complicado, pois além do significado, um poema tem importância estética. Por isso, não me atrevi em traduzi-lo e deixei do jeito que encontrei na net, tá?

2- OST

Assim como a fotografia, a OST de Goblin ajuda a construir o clima do drama. Nada de musicas animadas e agitadas!!! As músicas parecem mais lamentos tristes ou declarações bem emocionadas.

A música de abertura já lhe prepara pra toda a carga dramática que o drama possui. É como se ela anunciasse que não vamos ser apresentados a uma trama alegre e leve, mas a um episódio com um cheio de melancolia.

Escutem!! Escutem!! Escutem!!

É realmente maravilhosa!

3- Reaper e Sunny

gif-reaper-e-sunny-4

Foi graças a esses dois que eu consegui terminar o drama. Sem eles, muito provavelmente eu teria dropado. Foi exatamente quando a história deles começou a se desenvolver melhor, que eu fiquei mais atenta a tudo e ansiosa pra saber o que aconteceria em seguida.

gif-sunny-reaper-2

Na minha opinião, a história de Reaper e Sunny superou e muito a do casal principal, inclusive, nem sei se podemos chamá-los de casal secundário, tamanha é a importância que eles ganham ao longo da trama.

O romance deles teve suspense, cenas fofinhas, cômicas e dramáticas. E tudo foi se desenvolvendo de maneira lenta e gradual, o que fez com que fôssemos sendo sugados cada vez mais pela história dos dois.

Alerta de spoiler (bem leve): a medida que a vida passada deles vai sendo mostrada, eu ficava querendo saber cada vez mais o que tinha acontecido em Goryeo e como o amor deles tinha começado e terminado. Além disso, todo esse amor-que-ultrapassa-a-morte só me fez torcer mais ainda pra que eles tivessem finalmente seu momento de felicidade.

4- O vínculo entre o quarteto principal

gif-quarteto-3

O quarteto principal tem suas histórias entrelaçadas, fazendo com quem o desenrolar de cada uma delas reflita nas outras. Sunny, Goblin e Reaper estão totalmente conectados por laços maiores do que os da amizade.

Alerta de Spoiler (médio/grande): a vida passada dos três foram ligadas por relações de amor, amizade e ódio. E agora, no presente, encontraram-se novamente por acaso (será?) e tiveram de novo suas histórias interligadas e, de novo, imersas em um relacionamento de amor, amizade e ódio.

NÃO. POR FAVOR,  NÃO!

1- O casal principal

Uma das minhas maiores reclamações do drama! Não consegui torcer ou nem ao menos me importar com esse casal.

Primeiro me incomodou demais esse amor predestinado! Não houve explicações ou construção lenta desse relacionamento amoroso. Não consegui notar em que momento o sentimento dos dois mudou. Me pareceu que Eun Tak era simplesmente a noiva do Goblin. E, como noivos, deveriam estar apaixonados. Ponto final.

gif-casal

Um diálogo que acho que representa bem essa relação de “amor obrigatório” é o seguinte:

“Eun Tak: Temos uma relação bem diferente, além de morarmos juntos ou sermos um casal. Afinal, me chamam de noiva do Goblin. Então achei que deveria ao menos saber o nome do meu marido. [Pausa] Nós dois… nem podemos ser considerados um casal.

Kim Shin: Não. Éramos um par antes mesmo de você nascer. Nós dois.”

Então tá, né. Se o roteiro diz.

Além disso, como eu já disse anteriormente, Eun Tak é uma menina de 19 anos, mas age como se tivesse 10. E o mais estranho de tudo é que quando ela interagia com outras pessoas (sua tia, colegas de classe, Sunny) ela parecia agir de maneira mais madura e adulta. Mas ao lado do Goblin, talvez na tentativa do roteiro de frisar a diferença entre os dois, ela parecia mais uma criança do que uma jovem quase adulta.

gif-casal-3
Com isso, no início, eu só consegui ver uma relação de tio e sobrinha, em que Eun Tak por não ter uma família que lhe protegesse e amparasse, viu no Goblin essa figura paternal de cuidado (sempre q ela via o Goblin, ela só pedia dinheiro, gente!!) E depois, quando eles já eram um casal de verdade, eu não me importava mais. O casal dito secundário já havia roubado a cena.

gif-casal-4

E, por último, achei tão forçada a imaturidade emocional dos dois! O Goblin, uma criatura mágica de 939, fica feliz e ao mesmo tempo nervoso por entrar numa cabine de fotos com sua namorada. Enquanto isso, a Eun Tak, com seus 19 anos, não conseguiu notar a fala e semblante emocionados do Goblin na primeira vez que vai tentar tirar a espada e ficou tagarelando alegremente como se estivesse em um passeio no shopping. Pra mim, isso tirou toda a emoção da cena!!!

2- A trama

Dois seres imortais vivendo juntos e que terminam se envolvendo com os seres humanos. WOOOOW! Gente, olha que plot maravilhoso! Quanta história boa não dá pra sair daqui? Tem sobrenatural, drama, romance, a relação entre vida e morte (Supernatural feelings), flashbacks da época de Goryeo… tudo isso era mais que suficiente pra gerar infinitas tramas maravilhosas, mas… não foi bem isso que aconteceu.

gif-espada-1

Ao invés de abordar o mundo sobrenatural ou os vários desdobramentos e as impossibilidades e dificuldades do relacionamento entre imortais e seres humanos, o drama preferiu focar no relacionamento adolescente de Eun Tak e Kim Shin.

Claro que houve cenas e episódios que focaram nisso! Mas, no geral, a história mostra apenas o dia-a-dia do Goblin de sua noiva como um relacionamento mais que normal. Existe um pequeno drama em torno da espada (tira, não tira, tira, não tira), mas depois que eles tomam uma decisão o namoro transcorre normalmente e a espada e o fato do Goblin ser imortal são esquecidos. Eles passeiam pela rua, comem juntos, vão pra graduação no colégio, etc.

gif-trama-6

Eu queria mais!!! Eu queria choro todo episódio. Queria um foco maior no mundo sobrenatural. Queria saber da mulher de vermelho. Da borboleta. Queria cenas macabras. Queria que mostrassem um amor que parecesse realmente impossível ou o sofrimento e problemas de uma humana se envolver com imortais e vice-versa.

gif-casal-5

OBS: Pra não dizerem que estou implicando, Vampire Diaries está aí pra mostrar como se faz (tá certo que já devia ter acabado há uns 4 anos, mas isso não vem ao caso). Pelo menos durante as três primeiras temporadas a série conseguiu mostrar muito bem os perigos e problemas de um relacionamento entre um imortal e uma humana (também estudante, olha só!), bem como aprofundar sua mitologia.

3- O ritmo

Tudo em Goblin em arrastado. Não há diálogos rápidos ou cenas cheias de ação e agilidade. Não que isso por si só seja um defeito! É uma característica que visa reforçar o tom poético e melancólico da narrativa, mas pra mim, só deixou tudo entediante e chato. Um episódio parecia ter duração de três, mas continha fatos que poderiam ser contados em 20 minutos.

img-fotografia-1

Além do próprio ritmo, o roteiro pareceu se aproveitar disso e se estendeu demais, ignorando alguns assuntos importantes por um tempo, ao invés de ir aprofundando-os na trama, e retomando-os quando se tornou satisfatório. O famoso enchimento de linguiça, sabe? Então um drama que já tem um ritmo lento, com essa enrolação, acabou se tonando maçante em alguns episódios.

Alerta de spoiler: Um exemplo disso, é a história da espada (sim. De novo ela). A trama era simples: Goblin tem uma espada no peito, precisa achar a noiva pra tirar e então morrer, cabô. Mas tudo em Goblin demora pra acontecer. Primeiro a Eun Tak não disse que via a espada (Quero frisar que não engoli a explicação dela pra isso. Pra mim, foi só desculpa do roteiro mesmo). Depois quando ela diz, o Goblin passa um tempo pra pedir pra ela tirar. Quando pede, ela não consegue. Quando consegue, não quer. Aí a espada é esquecida por episódios e só vai ser colocada de volta na trama lá pro episódio 13 ou algo do tipo. A impressão que dá é que de novo o roteiro inventou uma desculpa (contar tudo lentamente) para que uma trama simples durasse pouco mais de 10 episódios.

ONDE ASSISTIR?

Goblin está disponível legendado no Drama Fever (apenas contas premiuns) e no Kingdom Fansub.


Enfim… como viram, não gostei muito do drama, apesar do sucesso estrondoso no mundo dorameiro e de reconhecer que ele tem seus pontos positivos. Como já disse, gosto é gosto, né?

Se tiverem curiosidade e quiserem se deliciar com uma fotografia belíssima, assistam! Deem uma chance e tirem suas próprias conclusões.

Anúncios

Escrito por

Ama bichos, livros, filmes e séries. Viciou nos doramas e agora jura que vai morar no Japão. Não sabe bem o que quer fazer da vida, mas continua tentando descobrir.

3 comentários em “Goblin: The Lonely and Great God

  1. Conheci hoje dia 20/02/2017 seu blog e simplesmente amei seu modo de escrever . Uma das primeiras blogueiras que teve a mesma opinião que eu sobre DOTS, embora na Coreia e para as dorameiras em geral fora um drama surtante , na minha opinião foi morno, pulei episódio e custei a conclui-lo a fotografia foi maravilhosa o elenco também , mas faltou muitas coisas . The Heirs foi o mesmo caso , empurrei com a barrigas e demorei um tempão para concluir. Goblin desde o anuncio que iria ser lançado vi a sinopse o elenco (amo o trabalho de todos eles) não animei a ver e nem pretendo. Enfim virei fã do blog. Aguardo mais resenhas!!!

    Curtir

    1. Antes de tudo, obrigada pelo elogio!
      *___*
      Tão bom saber que tem gente gostando das coisas que escrevo.

      Meniiiina, estava me sentindo uma ET, pq no twitter todo mundo elogiava Goblin. E a mesma coisa com DOTS, na época que assisti. E eu só ficava pensando: eu devo tá assistindo errado. Não tô entendendo algo, sei lá.
      Mas aí vi que não. Gosto é gosto, né? Depois do post de Goblin outras pessoas vieram dizer q também n gostaram tanto assim.
      ;D

      Curtido por 1 pessoa

Deixe uma resposta para Nath Cancelar resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s